sábado, 25 de janeiro de 2020

Refletindo com Agostinho de Hipona!



"... era impedido, não por grilhões alheios, mas por minha própria vontade férrea. O inimigo dominava-me o querer e forjava uma cadeia que me mantinha preso. Da vontade pervertida nasce a paixão; seguindo a paixão, adquiri-se o hábito, e não resistindo ao hábito, cria-se a necessidade. Com essa espécie de anéis entrelaçados (por isso falei de cadeia), mantinha-me ligado à dura escravidão".
Agostinho, Confissões, Livro VIII

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